Que seja doce...
...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade! Eu começo a ler sobre política, futebol, ficção científica. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar.
sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Alguma coisa deu errado em mim, eu não sei te explicar e eu não sei como arrumar e nem sei se tem ajuda pra isso. Mas meu corpo inteiro se revolta quando gosto de alguém. Me armo inteira pra correr pra bem longe. Minha maior dor é não saber fazer a única coisa que me interessa no mundo, que é amar alguém.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Vem cá. Me dá a sua mão. Coloca sobre o meu peito. Agora escuta. Você pode ouvir? É pra você! É por você(que de tanto bater, parou sem querer outro dia). Posso confessar? Jura que vai acreditar em mim? A verdade é que eu estou de saco cheio de histórias de românticas. Meus casos de amor já não tem a menor graça. Será que você me entende? Eu não escrevo porque vivo amores cinematográficos e quero contar pro mundo. Não! Eu escrevo porque eu sou uma maluca. Minha vida é real demais. Um filme B pra ser mais exata. E eu não acho graça em amores sem final feliz. Por isso, invento. Pro sangue correr pelas veias, pra lágrima cair dos olhos, pra adrenalina sacudir o corpo. Mas hoje eu estou cansada. Estou cansada de mentiras, de realidade, de telefone mudo e de músicas sem letra. Estou cansada de escrever sobre o meio ambiente, redigir manifestos contra o uso de peles de animais em casacos. Hoje não! Uma hora eu escrevo sobre isso,sei lá. Me deixa primeiro eu salva a minha pele. Me deixa ser egoísta. Me deixa fazer você entender que eu gosto de mim e quero ser preservada. Me deixa de fora de suas mentiras e dessa conversa fiada. Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas. E eu quase acredito em você.Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado. Não me diga nada. (Ou me diga tudo). Não me olhe assim, você diz tanta coisa com um olhar. E olhar mente, eu sei! E eu sei porque aprendi. também sei mentir das formas mais pervesas e doces possíveis. (Sabia?)Mas meu coração está rouco agora. Grave! Você percebe? Escuta só como ele bate. não é mais o mesmo. Não quero dizer que o tempo passou, que você passou, que a ilusão acabou, apesar de tudo ser um pouco verdade.Eu tenho muito dentro de mim e não estou a fim de dar sem receber nada em troca. Essa coisa bonita de se dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais seres evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa. Não vou fingir ser o que eu não sou. Amor incondicional é muito bonito. Mas eu só tenho por mim, pela minha família. E pelos meus animais.
De resto, sou igual bicho. Me morde e eu te como. Com as minhas palavras.
Que são meu maior mel. E o meu melhor veneno.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Eu vou tentar não olhar muito pra você pra sempre poder ter um detalhe novo seu pra eu descobrir, eu tenho medo de olhar muito pras suas fotos e achar que sua beleza é a minha, e aí acabar gostando mais de você do que de mim. Eu vou tentar não segurar tanto sua mão o tempo todo pra você não perceber que meu corpo fica terrivelmente quente quando a gente tá no mesmo metro quadrado, pra você não pensar que meu coração é quente igual, porque você vai acertar.
Mas se hoje o sol sair, te prometo o céu.
Mas se hoje o sol sair, te prometo o céu.
domingo, 23 de maio de 2010
O mundo vê um passinho pra trás. Mas em algum lugar do cosmos, ouve-se um freio. Um barulho imenso, desengonçado, batem atrás, cercas arrancadas, quase cai no fim do mundo.
O tempo todo me dizendo menos. Menos. Pra aguentar. Pra ter alguma coisa, qualquer coisa. Duas semanas. Um mês. Menos. Menos dor, menos amor, menos ódio, menos vontade de fazer cortar. De sangrar pra fora pra poder ser menos.
Sorria como se nada que acontecesse tivesse força contra o seu bem estar, coloque um montinho de cabelo atrás da orelha, alongue um pouco o pescoço. Seu olhar está perdido porque pra poder estar naquela mesa ela foi matando pouco a pouco sua ferocidade. Mas ela toma a bebida e sorri. E você? Você mais uma vez vai voltar cheia de razão e sozinha. Cheia de tudo que não esquenta o pé. Cheia das facas enfincadas em volta do coração. Mas pensando “ainda falta o centro, ainda posso dar mais uma chance”.
O tempo todo maquiando, para que não pareça qualquer coisa tão desengonçada e apressada quanto, mas mais cabível. Que possa estar em movimento mesmo que todo mundo esteja parado, o eterno trânsito de chegar nesse lugar que a gente acha que é o único porque é o único emocionalmente estável.
E no meu ouvido, o tempo todo zumbindo. É isso, não muda o que se sente. Se sente e pronto. Lotado demais, terrível demais. Mas pro outro lado, está faltando alguém. Tem espaço pra você. Não aguento mais, não aguento mais querer me refilar, não aguento mais querer mudar a química do meu cérebro, não aguento mais pedir perdão.
E mais uma vez tudo acontece e eu deito com a cabeça pesada no travesseiro, como eu tinha me prometido que nunca mais faria, que nunca mais deitaria a cabeça sem sentir um sono de uma pré-coma, nunca deitar e pensar, e sim, deitar e apagar. Eu não sinto tudo isso à tanto tempo, esse lapso demorou tanto à acontecer, eu não sei lidar. Dê meia volta, por favor, sem atropelar, sem matar, sem cair, sem levar ninguém. Na tristeza dura de quem tem tanto tamanho mas não tem força pra suportar. De quem tem tanto tamanho e não consegue por medo em ninguém. De quem precisa tanto de abraço mas é grande demais pra sentir os braços em volta. De quem poderia estraçalhar todos os corações possíveis mas só sente o peso insuportável de ser minúsculo perto deles.
E eu sei, e eu tentei mais do que nunca, e eu quis mais do que nunca.
O tempo todo me dizendo menos. Menos. Pra aguentar. Pra ter alguma coisa, qualquer coisa. Duas semanas. Um mês. Menos. Menos dor, menos amor, menos ódio, menos vontade de fazer cortar. De sangrar pra fora pra poder ser menos.
Sorria como se nada que acontecesse tivesse força contra o seu bem estar, coloque um montinho de cabelo atrás da orelha, alongue um pouco o pescoço. Seu olhar está perdido porque pra poder estar naquela mesa ela foi matando pouco a pouco sua ferocidade. Mas ela toma a bebida e sorri. E você? Você mais uma vez vai voltar cheia de razão e sozinha. Cheia de tudo que não esquenta o pé. Cheia das facas enfincadas em volta do coração. Mas pensando “ainda falta o centro, ainda posso dar mais uma chance”.
O tempo todo maquiando, para que não pareça qualquer coisa tão desengonçada e apressada quanto, mas mais cabível. Que possa estar em movimento mesmo que todo mundo esteja parado, o eterno trânsito de chegar nesse lugar que a gente acha que é o único porque é o único emocionalmente estável.
E no meu ouvido, o tempo todo zumbindo. É isso, não muda o que se sente. Se sente e pronto. Lotado demais, terrível demais. Mas pro outro lado, está faltando alguém. Tem espaço pra você. Não aguento mais, não aguento mais querer me refilar, não aguento mais querer mudar a química do meu cérebro, não aguento mais pedir perdão.
E mais uma vez tudo acontece e eu deito com a cabeça pesada no travesseiro, como eu tinha me prometido que nunca mais faria, que nunca mais deitaria a cabeça sem sentir um sono de uma pré-coma, nunca deitar e pensar, e sim, deitar e apagar. Eu não sinto tudo isso à tanto tempo, esse lapso demorou tanto à acontecer, eu não sei lidar. Dê meia volta, por favor, sem atropelar, sem matar, sem cair, sem levar ninguém. Na tristeza dura de quem tem tanto tamanho mas não tem força pra suportar. De quem tem tanto tamanho e não consegue por medo em ninguém. De quem precisa tanto de abraço mas é grande demais pra sentir os braços em volta. De quem poderia estraçalhar todos os corações possíveis mas só sente o peso insuportável de ser minúsculo perto deles.
E eu sei, e eu tentei mais do que nunca, e eu quis mais do que nunca.
sábado, 22 de maio de 2010
Eu ganhei olhares, presentes, beijos e milhões de esperanças de que poderia dar certo. Mas eu tinha perdido ela e sem ela todo o caminho era escuro, sem graça, nojento e errado. Com todas as outras foi 'amor' de meia hora, de 3 semanas, de 2 meses, mas com nenhuma foi amor de uma vida ou de 3 mil vidas como foi com ela.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
As pessoas acham que a alma gêmea é o encaixe perfeito, e é isso que todo mundo quer. Mas a verdadeira alma gêmea é um espelho, a pessoa mostra tudo que está prendendo você, a pessoa que chama a sua atenção para você mesmo para que você possa mudar a sua vida. Uma verdadeira alma gêmea é provavelmente a pessoa mais importante que você vai conhecer, porque elas derrubam as suas paredes e te acordam com um tapa. Mas viver com uma alma gêmea pra sempre? Não. Dói demais. As almas gêmeas só entram na sua vida para revelar a você uma outra camada de você mesmo e depois vão embora.
Chega uma hora em que é necessário abrir as portas de novo, deixar ventilar, permitir a entrada. Chega o momento em que simplesmente não dá mais, não se pode mais ficar escondida atrás de livros, compromissos e obrigações. A vida me empurrava pra frente, me exigia outra postura e até o novo amor. Todas as minhas tentativas de frear esse desatino foram por água abaixo, consegui convencer algumas de que elas não cabiam na minha rotina, mas você não se comoveu com meu drama ensaiado, você persistiu de uma maneira sutil de quem não quer chamar a atenção e justamente por isso me fez te olhar dessa maneira estúpida recheada de encanto. Você viu que no fundo todas as minhas desculpas de mulher feliz com a própria companhia eram na verdade a fantasia do meu medo de sentir novamente a paixão, o novo, o deslumbrante. Eu resisti bravamente o todo pedido do meu coração: permita-se, permita-se. Que pedido mais sem pé nem cabeça, coração, me permitir a entrar no escuro e não saber onde fica a saída? Esqueceu que eu sou acluofóbica e não consigo raciocinar na escuridão? Não entro, não entro e não entro! Pois é, mas topei. O maldito telefone tocou e você do outro lado da linha me desarmou com essa voz mansa de quem sabe o que falar. Foi tudo tão perfeito que agora eu estou aqui, morrendo de medo, procurando motivos pra sair correndo, pra conseguir respirar de novo e se eu não os achá-los te mando pastar assim mesmo, só preciso ter sossego pra continuar a vidinha pacata de sempre, desculpa, mas tenho medo do amor
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Vou embora querendo alguém que me diga pra ficar. Estou sempre de partida, malas feitas, portas trancadas, chave em punho. No fundo eu quero dizer "Me impede de ir. Fica parado na minha frente e fala que eu tenho lugar por aqui, que não preciso abandonar tudo cada vez que a solidão me derruba. Me ajuda a levar a vida menos a sério, porque é só vida, afinal." E acabo calada, porque não faz sentido dizer tudo isso sem ter pra quem.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Nós não trocamos juras de amor, não andamos de mãos dadas, nem nos chamamos por nomes infantis. Não tem pieguice romântica entre a gente. Mas foi a cena mais doce: dois olhares se encontrando. Não só se encontrando: se confortando, se sabendo, se completando. Era notável que eramos algo além de amigas, que nos desejavamos e nos protegemos, e foi só pela cumplicidade dos nossos olhos, que deixavamos de ser duas e nos tornamos quatro.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
- Eu li a carta... e como você pediu, tô te ligando.- Aé, leu? ótimo...
- Tá, que que tá acontecendo com a gente?
- Eu sinceramente não sei. eu morro de ciumes de você, não suporto te ver dando atenção mais pra outras meninas do que pra mim. Eu te quero grudada, e isso é estranho, nunca quis uma garota grudada em mim.
- Escuta... eu não quero dar palpite no que tá acontecendo...mas eu acho que você sabe. E é esse o motivo de eu não te dar tanta atenção, eu sei que você não tá preparada pra coisas assim...suas experiencias em relação a isso são tão poucas em relação à mim, e é por isso que eu vivo me afastando, não te dou tanta atenção, porque eu já sei que você confundiu as coisas.
- Eu não sei se é desse jeito...
- Eu não se como é que você tem dúvidas.
- ...
sábado, 15 de maio de 2010
Mais questões, mais lacunas. Quanto mais aprendo sobre mim, mais boicoto meus conhecimentos. Quero contradizer todas as afirmações que faço lutando para entender o que se passa em mim. Não devo ser tão complicada, mas ser extremista faz com que os sentimentos que divido com toda mulher sirvam como base pra decidir tudo na minha vida. Indecisões são capazes de preencher meu dia, mudar minha vida, acabar com meu humor. Possibilidades tentam perfurar meu estômago, atravessar meu corpo, tentam me destruir antes mesmo de terem permissão para acontecer.Estou ficando morna de tanto não me permitir ir além, de tanto calcular meus passos, me esconder em falsa timidez, evitar sentimentos, evitar relacionamentos, evitar gente só por ser gente e pela possibilidade de alguma coisa dar errado. Posso correr o risco de dar certo?
Estou prestes a mergulhar. Dessa vez, não insistam, vou dispensar o equipamento de segurança.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Just like a star across my sky,
just like an angel off the page,
you have appeared to my life,
feel like I'll never be the same,
just like a song in my heart,
just like oil on my hands,
Honor to love you.
You've got this look I can't describe,
you make me feel like I'm alive,
when everything else is a fade,
without a doubt you're on my side.
just like an angel off the page,
you have appeared to my life,
feel like I'll never be the same,
just like a song in my heart,
just like oil on my hands,
Honor to love you.
You've got this look I can't describe,
you make me feel like I'm alive,
when everything else is a fade,
without a doubt you're on my side.
domingo, 9 de maio de 2010
It's gonna kill me: The rest of my lifeLet me apologize while I'm still alive
I know it's hard to face all of my past mistakes
I've got to live with them rest of my life
This is the mess I've made
These are the words I can't erase
This is my life support, shutting down, for the final time
And it twists like a blade
And kills me for the rest of my life
sábado, 8 de maio de 2010
Dizem que materializar os sonhos escrevendo ajuda, então lá vai: Quero ter certeza, ali no fundo da alma dela, de que ela me ama. Quero que ela saia correndo quando meu peito amargurado precisar de riso. Que ela esqueça, de vez em quando, seu lado egoísta, e lembre do meu. Quero ser lembrada em horários malucos, todos os horários, pra sempre. Quero que ela me torne uma pessoa melhor, que faça sexo como ninguem, que me faça comer peixe apimentado sem medo, respeite meus enjôos de sensibilidade, minhas esquisitices depressivas e morra de rir com meu senso de humor arrogante. Que seja linda de uma beleza que me encha de adimiração e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Não adianta querer dar às pessoas os papéis que não são os delas. Existem pessoas que nasceram para se relacionar e amar alguém, existem pessoas que não. E, mais do que isso, existem pessoas que vão amar você e existem outras que não. É simples! Talvez, um dia elas mudem, talvez um dia você mude. Mas agora é sem talvez, é com certeza. Com certeza não cabe a você decidir o destino de alguém como sendo ao seu lado. Talvez o erro seja delas, talvez o erro seja nosso. Talvez seja tudo um acerto. Existem várias possibilidades, mas a realidade é uma só. E quando a realidade não está como você quer, é chegada a hora de mudar. Quando for sonhar com o próximo amor da sua vida, confira com calma se ele ao menos está na sua vida, verifique como é a realidade ao acordar. É que sonhar demais com amor dá insônia (e pesadelos)!
terça-feira, 4 de maio de 2010
Você é a saudade que eu nunca consegui matar. Eu aqui, com todas as armas de fogo na mão e nada. Você olha pra mim com esses seus olhos de turista e eu tenho tanta vontade de acabar com a tua raça só porque eu não sou assim, tão desprendida pra viajar por aí com você. A falta de controle que você me causa, a irritação, a gastrite, é tudo de morte. Mas com você eu vivo, mesmo sempre morrendo de saudades
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Eu briguei com meu coração. Disse que jogasse o amor antigo fora. Ele deu nó. Coração não entende ordens. De um lado a razão exigindo. De outro o coração tentando. A verdade é que nem tudo sai como o planejado. Mas a gente tenta. Uma amiga minha me disse que fica surpresa como eu racionalizo os sentimentos. Eu perguntei se falava de mim. Acho que sofro calada. Calada. E com um sorriso enorme no rosto. Mas manter a pose cansa. Cansa ser racional. Cansa enganar o coração. Cansa ser forte. A verdade é que hoje eu vi um filme que me lembra você e chorei calada. Porque é feio chorar por amor perdido. Mas... quer saber? Estou com sinusite. E não estou nem aí para escrever bonito. Quero respirar de novo e amar alguém como um dia eu te amei. Alguém aí acredita em segundo amor?
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