Você me mandou “seguir em frente”...
Frente? Pra onde? Me explica!
Acho que eu não consigo encontrar o caminho sozinha.
Por que não seguimos em frente?
Não soa melhor assim?
Você me diz “eu já me ajeitei por aqui...”
E eu, como me ajeito sem você?
Era tão mais fácil quando eu só tinha que me ajeitar no seu abraço.
Não quero outros corpos tomando seu lugar
Não quero outra boca estando onde a sua deveria estar.
Não estou querendo nada além de você ultimamente, pra ser sincera.
É, acho que estou mesmo entrando na 2ª fase do romantismo: MAL DO SÉCULO.
“Aponta pra fé e rema.”
Que seja doce...
...
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Pedaços.
Se eu disser que sinto sua falta, convém?
Sinto.
Sinto falta do seu jeito estabanadamente delicado, dos seus cachos , do seu cheiro de fruta que me cobria a cada abraço, da sua voz forte, da sua mão leve...
Sinto falta de você, da metade sua que formava o todo em mim.
Sinto falta dos seus beijos cuidadosos, das pontas dos seus dedos me pressionando, do seu coração acelerado, da visão que eu tinha quando te beijava de olhos abertos esperando que de alguma maneira, eu conseguisse entrar em você.
Parece que eu sabia que tudo teria fim rápido demais.
Eu queria roubar cada pedaço de você, te carregar parte a parte pra minha vida e quando você decidisse ir embora, eu te falasse:
“haha! Tarde demais, já te roubei pra mim.”
“E eu te pergunto, pra quê?”
Sinto.
Sinto falta do seu jeito estabanadamente delicado, dos seus cachos , do seu cheiro de fruta que me cobria a cada abraço, da sua voz forte, da sua mão leve...
Sinto falta de você, da metade sua que formava o todo em mim.
Sinto falta dos seus beijos cuidadosos, das pontas dos seus dedos me pressionando, do seu coração acelerado, da visão que eu tinha quando te beijava de olhos abertos esperando que de alguma maneira, eu conseguisse entrar em você.
Parece que eu sabia que tudo teria fim rápido demais.
Eu queria roubar cada pedaço de você, te carregar parte a parte pra minha vida e quando você decidisse ir embora, eu te falasse:
“haha! Tarde demais, já te roubei pra mim.”
“E eu te pergunto, pra quê?”
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