Cansei de escrever abobrinhas, de contar como amo e amei... Aff coisa mais deturpada.
Prefiro agora contar como consigo dançar sobre os escombros desse mundo caido. Onde nem os anjos conseguem me protejer de mim mesma. Sabe esse abismo todo que nos cerca cheio de criaturas horrendas e vis?... Sabe essas cicatrizes que ocupam a maior parte do meu corpo? elas não estão aí por acaso, ganhei quando desafiei e andei sobre a linha tenue entre a lucidez e a loucura, querendo me expor aos meus proprios limites consegui essas marcas honradas e legitimas, daqueles que não tem medo de brincar com o fogo de seus sentimentos. Mesmo que essa marca seja eterna, eu sei agora como lutar com os monstros lá fora e estou em vantagem, posto que eles não sabem quase nada sobre mim. Mulher, que para todos é sinomino de fraqueza, não tem medo de usar as armas que a vida lhe condecorou. E é disso que todos esquecem. Que quando uma mulher se torna forte, ela fica increvelmente forte. Estou aqui na beira do abismo, mesmo tendo uma acrofobia consideravel, contemplando o monstro que me contempla e quando ele pisca eu pulo e me jogo de cabeça nesse territorio que varias vezes antes escapei. Não sei se dessa vez serei vitoriosa, mas sei que derrubarei varios antes de cair.
Nenhum comentário:
Postar um comentário