Sinto uma falta absurda de você. Ficou um vazio que ninguém (pre) enche. E penso e repenso e trepenso em você aí. Tá tudo bem assim. Só que me rouba o sentido- entende?- ou a ilusão de sentido que quero ter de vida, e que é essencial para a minha sobrevivencia.
Me sinto o camelo do poema de Cecilia Meireles, mastigando sua imensa solidão.
C.f.a
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