Tenho vontade de subir em cima daquele corpo e dizer " ei, devolve. Devolve o amor que tinha aqui. Que preenchia essas lacunas no meu peito, deixando tudo menos frouxo em mim. Devolve a liga, o ponto que faz do bolo um bolo, o nó da lã de tricô. Me salva!''. Pois sofri ao fazê-la sofrer. E gostaria de morrer um pouco antes, se eu pudesse voltar atrás. Carrego, então, toda a culpa do mundo trancada no meu peito. Somos, todos, sem exceção, tão completamente idiotas, tão inconseqüentes, quando juramos jamais magoar um amor.
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